Nem visão periférica, nem me perder nos detalhes dos seus olhos. Nem longos e silenciosos abraços, nem o toque suave dos dedos se entrelaçando…
Nem sei por que de repente escreverei o que não escreverei.
A onda vem, e volta na maré dos mares… e foi assim, como ver o mar. Continuo a te amar e seguirei.
Ainda que um amor integrado, íntegro… amor inteiro e escalado pra viver sempre num pano de fundo sagrado… onde a folha o papel tenham sempre os mesmos significados… mas, sempre, signifiquem sentimentos diferentes.
Meu amor. Deixo você ir…
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