sexta-feira, 24 de julho de 2026

Das músicas da meia noite

 Nem visão periférica, nem me perder nos detalhes dos seus olhos. Nem longos e silenciosos abraços, nem o toque suave dos dedos se entrelaçando…

Nem sei por que de repente escreverei o que não escreverei. 

A onda vem, e volta na maré dos mares… e foi assim, como ver o mar. Continuo a te amar e seguirei. 

Ainda que um amor integrado, íntegro… amor inteiro e escalado pra viver sempre num pano de fundo sagrado… onde a folha o papel tenham sempre os mesmos significados… mas, sempre,  signifiquem  sentimentos  diferentes. 

Meu amor. Deixo você ir…